sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Ufa!!! Acabou...



         Sei que num dia como este é para se desejar um feliz ano novo, que tudo aconteça de bom no próximo, que os sonhos se realizem e tudo isto que é normal se desejar nesta época. No entanto foi tudo isso que eu esperava que acontecesse em 2014, a todos que cumprimentei foi isto que almejei. E viram só o que aconteceu: nada deu certo.
         Vou começar pelos fatos que até agora não se encontrou nenhuma explicação, nenhuma informação: como explicar a nossa seleção de futebol perder de 7 X 1, em pleno Mineirão, na maior derrota de sua história, nenhum culpado, ninguém assumiu; depois sumir um avião Boeing 777 com mais de duzentos passageiros a bordo e ninguém até hoje conhece algum sinal dele. De repente descobrimos que a maior empresa estatal brasileira teve um desfalque de bilhões de dólares promovido pelas maiores empreiteiras, a mando de políticos, e nenhum dirigente desconfiava de nada.
         Na política foi um show de horrores, um verdadeiro estelionato eleitoral, com mentiras em cima de mentiras, tudo para se ganhar uma eleição a qualquer preço. Tarifas controladas, inflação fora da meta, artimanhas com os Correios, contabilidade “criativa”, tudo antes da eleição. Depois da eleição a coisa mudou: aumento da energia; baixo superávit primário; mudança na lei de Responsabilidade Fiscal para ajustar suas  contas; mudança nas regras de pensão; restrição maior no Fies e ProUni; e muito mais virá.
         Desculpem-me o mau humor, mas diferente do Celso Leite que faz aniversário no ultimo dia do ano, eu nasci no primeiro (ano de fabricação 51/ modelo 52), portanto preciso começar o ano com algum otimismo, com alguma esperança, pois diferente do ano que passou talvez as coisas se realizem. Tivemos coisas boas (até por aqui): o Guilherme Guido, Nathalia de Lucca, a Winner, o glorioso Galo da Vila, a molecada do Nosso Clube; a prisão dos mensaleiros e dos empreiteiros, o Joaquim Barbosa, o Medina, o voley e muitos mais.
         Quem sabe eu desejando que o prefeito mude o ritmo de sua gestão, talvez afastando alguns de seus auxiliares, como a Dilma está fazendo no seu novo governo federal tirando o pessoal ligado ao ex-presidente, ele não dinamiza mais as suas ações. Quem sabe?

Sérgio Lordello

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